WeProject

Infraestrutura rodoviária · Projeto · Supervisão

O que se projeta é o que se constrói.

A WeProject elabora projetos de infraestrutura rodoviária em modelo BIM, com os estudos que os fundamentam, e acompanha a obra até o recebimento. Geometria, drenagem, pavimento e sinalização saem do mesmo modelo que orienta a equipe de campo. Sobra menos espaço para interpretação entre o projeto e o terreno, e menos retrabalho na conta de quem contrata.

Base
Vacaria · RS
Coordenadas
28°30′ S · 50°56′ O
Ambiente de dados
BIM · Trimble Connect

Clientes

Ver todos
  • DAER/RS
  • Stara
  • 3tentos
  • Cotrijal
  • Schio Agropecuária
  • Minotto Cereais
  • RAR
  • Transmaso
  • Dalfovo Construtora
  • Resfriar

Premissa

As decisões que definem o custo de uma obra são tomadas antes de a primeira máquina chegar.

Quem já conduziu a implantação de um acesso, de uma interseção ou de um pátio industrial conhece a sequência. O projeto é aprovado, a obra começa e as diferenças aparecem no campo: uma cota que não fecha com o greide existente, um raio que não acomoda o veículo de projeto, um volume de terraplenagem que não confere com a medição.

Cada diferença dessas vira uma decisão tomada às pressas, com a obra parada ou andando no rumo errado. O custo não está só no material refeito. Está no prazo, na mobilização que espera e na aprovação que precisa ser revista.

O trabalho da WeProject é antecipar essas decisões. Modelamos terreno, geometria, drenagem e pavimento antes da execução, conferimos o que o modelo diz contra o que o campo mostra e mantemos o mesmo responsável técnico do primeiro levantamento ao último metro de sinalização.

Método

Um modelo. Cinco etapas. Um responsável.

Role a página: o terreno ao lado acompanha cada etapa, do levantamento à entrega.

01 · Levantamento e estudos

O terreno e o problema, como eles são.

Levantamento topográfico e aéreo, cadastro de interferências e da faixa de domínio, e os estudos que dimensionam o projeto: tráfego, hidrologia e geotecnia. É a base sobre a qual todo o resto é calculado, por isso é a etapa em que nenhum erro pode passar.

  • Nuvem de pontos e ortoimagem
  • Estudos de tráfego, hidrológicos e geotécnicos
  • Cadastro de interferências

02 · Modelagem

O terreno como superfície calculável.

Os pontos viram um modelo digital do terreno, com curvas de nível, declividades e caminhos naturais da água. A partir daqui, cada alternativa de traçado tem volume, custo e consequência mensuráveis antes de ser escolhida.

  • Modelo digital e curvas de nível
  • Estudo de alternativas
  • Volumes preliminares

03 · Projeto

Geometria, drenagem, pavimento e sinalização no mesmo arquivo.

Eixo, greide, seções transversais, drenagem, pavimento e sinalização são desenvolvidos sobre o modelo, segundo as normas do DNIT e do DAER/RS. Os quantitativos saem do modelo. Não são estimados à parte, e por isso o orçamento descreve a mesma obra que o desenho.

  • Projeto geométrico e de terraplenagem
  • Drenagem, pavimentação e sinalização
  • Quantitativos e orçamento

04 · Execução

O modelo vai para o campo.

A obra é acompanhada com o modelo aberto. Locação, camadas, compactação e sinalização são conferidas contra o projeto, com registro fotográfico e aéreo de cada etapa. Quando o terreno contradiz uma premissa, a correção é feita por quem a estabeleceu.

  • Relatórios de acompanhamento
  • Registro aéreo periódico
  • Controle de quantitativos medidos

05 · Entrega

O que foi construído, documentado.

Ao final, o modelo é atualizado com o que foi executado. O cliente recebe a obra e o registro técnico dela, organizado no Trimble Connect para consulta, manutenção e ampliações futuras.

  • Modelo do executado (as built)
  • Documentação técnica
  • Acesso ao ambiente de dados

Escopo de projeto

Do estudo que define o problema ao detalhe que o resolve.

Cada disciplina é desenvolvida sobre o mesmo modelo e conferida contra as outras antes de ir para a prancha. O projeto chega à obra compatibilizado, e não como um conjunto de folhas que se contradizem.

  1. 01

    Estudos

    Tráfego, hidrologia, geotecnia e topografia. Os estudos definem o problema com números antes de o projeto propor uma solução. Sem eles, o dimensionamento é opinião.

    Contagens e projeções de tráfego · Bacias e vazões de projeto · Caracterização do subleito · Levantamento planialtimétrico

  2. 02

    Geometria e terraplenagem

    Traçado em planta e perfil, seções transversais e distribuição de volumes. O greide é escolhido para equilibrar cortes e aterros, e não apenas para caber no terreno.

    Planta, perfil e seções · Superelevação e superlargura · Distribuição de terraplenagem

  3. 03

    Drenagem

    A água é o que mais encurta a vida de um pavimento. O projeto de drenagem define por onde ela sai antes que encontre o caminho por conta própria.

    Sarjetas, valetas e descidas d'água · Bueiros e travessias · Drenagem profunda e subsuperficial

  4. 04

    Pavimentação

    Estrutura dimensionada para o tráfego estudado e para o suporte medido do subleito, com camadas, materiais e espessuras justificados em memória de cálculo.

    Pavimento novo · Restauração e reforço · Especificação de materiais

  5. 05

    Sinalização

    É a parte do projeto que o usuário da via lê. Horizontal, vertical e de obra, coerente com a velocidade, a visibilidade e a geometria de cada trecho.

    Sinalização horizontal e vertical · Dispositivos auxiliares e de canalização · Sinalização provisória de obra

  6. 06

    Quantitativos e orçamento

    Volumes e quantidades extraídos do modelo e organizados por serviço. O orçamento descreve a mesma obra que as pranchas.

    Memória de cálculo · Planilha de quantidades · Orçamento e cronograma

Obras

Registros de campo.

Quatro frentes de trabalho, quatro problemas técnicos diferentes. Em todas, o critério é o mesmo: o que foi projetado precisa ser verificável no que foi construído.

Vista aérea de acesso a unidade industrial com ilhas de canalização às margens da rodovia
Interseção vista de cima, com dispositivos de canalização Acesso industrial com faixas de entrada e saída separadas do tráfego de passagem

01

Acesso e interseção para unidade industrial

Uma planta às margens de rodovia vive do acesso: carretas entrando e saindo o dia todo, cruzando um fluxo que não reduz a velocidade por causa delas. O desenho resolve isso com geometria. Ilhas de canalização separam os movimentos, as faixas de mudança de velocidade tiram o veículo lento da pista antes da conversão e os raios são dimensionados para o giro do veículo pesado, sem invasão da faixa oposta.

Tipo
Acesso rodoviário e interseção
Escopo técnico
Geometria, canalização, pavimento e sinalização
Registro
Aéreo, por drone
Rodovia com pavimento restaurado e sinalização horizontal nova, em trecho de curva
Pista restaurada com linha dupla amarela contínua Trecho de serra com pavimento novo e sinalização

02

Restauração de pavimento e sinalização horizontal

Restaurar uma rodovia em operação é trabalhar com a pista ocupada. O revestimento novo precisa ser aplicado em frentes curtas, com controle de tráfego, e a sinalização definitiva precisa chegar logo atrás, porque uma pista nova sem faixas é uma pista mais rápida e menos legível. O resultado aparece no detalhe: bordos contínuos, eixo coerente com a visibilidade de cada curva e transições sem degrau.

Tipo
Restauração rodoviária
Escopo técnico
Revestimento asfáltico e sinalização horizontal
Registro
Fotográfico de campo
Rolo de pneus compactando camada de concreto asfáltico recém-aplicada
Frente de pavimentação com rolos compactadores ao fundo Rolo liso finalizando a compactação do revestimento

03

Execução de revestimento em concreto asfáltico

Em pavimento, o que não é verificado durante a aplicação não pode ser corrigido depois. Temperatura da massa, espessura da camada e sequência de compactação, primeiro com rolo de pneus e depois com rolo liso, são acompanhadas enquanto o material ainda trabalha. Depois que esfria, a camada só pode ser aceita ou removida.

Tipo
Pavimentação
Escopo técnico
Pintura de ligação, CBUQ e compactação
Registro
Fotográfico de campo
Vista aérea de marcação de área de conflito com zebrado amarelo em cruzamento
Locação da área de conflito com cones antes da pintura

04

Sinalização de área de conflito

Em um cruzamento, a pintura no chão define quem para, onde para e qual espaço não pode ser ocupado. A marcação de área de conflito com zebrado amarelo foi locada em campo, com o traçado riscado no pavimento antes da tinta, e registrada por imagem aérea em cada fase. A geometria que chega ao asfalto é a do projeto, e não uma aproximação feita a olho.

Tipo
Sinalização viária
Escopo técnico
Locação, marcação horizontal e linhas de retenção
Registro
Aéreo, por drone

Execução

Supervisão não é visita de obra.

É uma lista de verificações com critério de aceitação, feita no momento em que ainda é possível corrigir. Estes são os pontos conferidos em campo.

  1. A

    Locação e geometria

    Eixo, bordos e cotas conferidos contra o modelo antes de cada camada, e não depois da última.

  2. B

    Terraplenagem

    Cortes, aterros e taludes medidos por levantamento. O volume pago é o volume movido.

  3. C

    Pavimento

    Temperatura de aplicação, espessura e compactação acompanhadas durante a execução de cada camada.

  4. D

    Sinalização

    Horizontal e vertical conforme o projeto e os manuais do CONTRAN e do DNIT, inclusive a sinalização provisória de obra.

  5. E

    Medição

    Quantitativos executados confrontados com o projeto a cada boletim, com a diferença explicada antes de ser paga.

  6. F

    Registro

    Fotografias e imagens aéreas datadas, organizadas por etapa e por trecho, disponíveis no ambiente de dados do projeto.

Clientes

Quem depende de acesso funcionando para operar.

Indústria, agronegócio, cooperativas, transporte, construção e poder público. Organizações cuja operação passa por uma rodovia e que confiaram à WeProject o projeto ou o acompanhamento dessas obras.

  • DAER/RS — Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem
  • Stara
  • 3tentos
  • Cotrijal
  • Schio Agropecuária
  • Minotto Cereais
  • RAR
  • Transmaso
  • Dalfovo Construtora
  • Resfriar

Também em edificações

Projetos civis em BIM e PPCI.

O mesmo método aplicado a edificações: disciplinas modeladas juntas, conflitos resolvidos antes da obra e o Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio desenvolvido sobre o modelo, pronto para análise do Corpo de Bombeiros.

Conhecer Edificações BIM

Ruan Macedo

Engenheiro responsável

Base
Vacaria · RS
Modelagem
Autodesk Civil 3D · Trimble Connect
Campo
Levantamento aéreo por drone

Responsável técnico

Quem assina o projeto é quem acompanha a obra.

A WeProject é conduzida pelo engenheiro Ruan Macedo. O profissional que define as premissas do cálculo é o mesmo que está no campo quando o terreno contesta alguma delas, e por isso a resposta não depende de repasse entre equipes que não se falam.

Para quem contrata, isso significa um único interlocutor técnico do estudo inicial ao recebimento da obra. As perguntas são respondidas por quem conhece o porquê de cada decisão, e as mudanças entram no modelo antes de entrarem no canteiro.

Galeria

Do drone ao rolo compactador.

Acesso industrial com ilhas de canalização, vista aérea
AcessosAcesso industrial com ilhas de canalização, vista aérea
Interseção vista de cima
AcessosInterseção vista de cima
Faixas de entrada e saída do acesso industrial
AcessosFaixas de entrada e saída do acesso industrial
Acesso e pátio de estacionamento, vista aérea
AcessosAcesso e pátio de estacionamento, vista aérea
Canteiro central e faixas de conversão
AcessosCanteiro central e faixas de conversão
Ilha de canalização e área de manobra
AcessosIlha de canalização e área de manobra
Acesso visto a partir da rodovia
AcessosAcesso visto a partir da rodovia
Conjunto do acesso e da unidade industrial
AcessosConjunto do acesso e da unidade industrial
Curva com pavimento restaurado e sinalização nova
RestauraçãoCurva com pavimento restaurado e sinalização nova
Tangente restaurada com eixo contínuo
RestauraçãoTangente restaurada com eixo contínuo
Trecho de serra após a restauração
RestauraçãoTrecho de serra após a restauração
Tangente com sinalização horizontal concluída
RestauraçãoTangente com sinalização horizontal concluída
Nova camada de revestimento ao lado da pista existente
RestauraçãoNova camada de revestimento ao lado da pista existente
Curva com eixo e bordos sinalizados
RestauraçãoCurva com eixo e bordos sinalizados
Pista restaurada com linha dupla contínua
RestauraçãoPista restaurada com linha dupla contínua
Descida com sinalização de faixas
RestauraçãoDescida com sinalização de faixas
Trecho restaurado em tangente
RestauraçãoTrecho restaurado em tangente
Curva com sinalização de bordo
RestauraçãoCurva com sinalização de bordo
Sinalização de eixo em tangente
RestauraçãoSinalização de eixo em tangente
Trecho com pavimento e sinalização novos
RestauraçãoTrecho com pavimento e sinalização novos
Compactação com rolo de pneus
PavimentaçãoCompactação com rolo de pneus
Frente de pavimentação e pintura de ligação
PavimentaçãoFrente de pavimentação e pintura de ligação
Rolos compactadores em sequência
PavimentaçãoRolos compactadores em sequência
Pista nova e área lateral em execução
PavimentaçãoPista nova e área lateral em execução
Acabamento da camada com rolo liso
PavimentaçãoAcabamento da camada com rolo liso
Pista concluída antes da sinalização definitiva
PavimentaçãoPista concluída antes da sinalização definitiva
Compactação junto à borda da pista
PavimentaçãoCompactação junto à borda da pista
Revestimento aplicado em alargamento
PavimentaçãoRevestimento aplicado em alargamento
Compactação na frente de serviço
PavimentaçãoCompactação na frente de serviço
Frente de pavimentação
PavimentaçãoFrente de pavimentação
Pista sinalizada após a pavimentação
PavimentaçãoPista sinalizada após a pavimentação
Revestimento recém-aplicado
PavimentaçãoRevestimento recém-aplicado
Área de conflito com zebrado amarelo, vista aérea
SinalizaçãoÁrea de conflito com zebrado amarelo, vista aérea
Locação da área de conflito antes da pintura
SinalizaçãoLocação da área de conflito antes da pintura

Contato

A conversa mais útil acontece antes do projeto.

Se há um acesso a regularizar, uma interseção a implantar ou uma obra rodoviária a acompanhar, descreva o caso em poucas linhas. A resposta vem do engenheiro responsável, com as perguntas técnicas que importam para dimensionar o trabalho.